Um estudo apresentado pelo Conselho Nacional de Justiça demostra que entre os anos de 2008 e 2017 as demandas em 1ª instância em saúde aumentaram em 130%. Por um lado, temos um consumidor mais empoderado, consciente dos seus direitos. Por outro lado, no entanto, existem as ações voltadas para que se dê o direito a alguma coisa que não está prevista em contrato. Neste episódio, os Arquitetos da Saúde fazem uma reflexão sobre a importância de manter-se as regras para preservar os direitos do indivíduo e a sustentabilidade do sistema.
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De Arquitetos da Saúde
Outubro 2, 2019
Judicialização na Saúde
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